sábado, 3 de outubro de 2009


Um comentário:

Antonio Luiz disse...

Obrigado pela citação, ainda que sem as aspas devidas... Mas a vida é isto: eterna descoberta, eterno descobrir-se. De certa forma, somos como cebola: várias camadas, muito choro até o cerne... mas é aquilo que há de mais intimo e inerente a cada um de nós é que importa. Compensa viver assim, mas aqui vai minha dica: há mister querer ser feliz ao final do espetáculo, ou antes disso se possível for!