Tentei escrever algo, mas de repente percebi-me sem inspiração, sem emoção suficiente para produzir um texto, um daqueles que leva algum tipo de emoção a quem lê. Então resolvi parar, mas de repente me senti motivado, pelo menos, a escrever um texto a fim de explicar a quem provavelmente leia algum texto de minha autoria, a razão pela qual não produzi um texto esta noite, ou até mesmo a razão que me impediu de escrever textos em noites anteriores. No entanto, me ative a este texto explicativo que mudou de objetivo e passou a ter como razão de existência explicar o porquê de eu o estar escrevendo. Contudo, mudo de objetivo mais uma vez e deixo apenas este texto para que quem lê interprete-o como quiser, já que não estou motivado a escrever, talvez você leitor também não esteja a ler. Então, ficamos como estamos.domingo, 13 de abril de 2008
Ficamos como estamos!!!!
Tentei escrever algo, mas de repente percebi-me sem inspiração, sem emoção suficiente para produzir um texto, um daqueles que leva algum tipo de emoção a quem lê. Então resolvi parar, mas de repente me senti motivado, pelo menos, a escrever um texto a fim de explicar a quem provavelmente leia algum texto de minha autoria, a razão pela qual não produzi um texto esta noite, ou até mesmo a razão que me impediu de escrever textos em noites anteriores. No entanto, me ative a este texto explicativo que mudou de objetivo e passou a ter como razão de existência explicar o porquê de eu o estar escrevendo. Contudo, mudo de objetivo mais uma vez e deixo apenas este texto para que quem lê interprete-o como quiser, já que não estou motivado a escrever, talvez você leitor também não esteja a ler. Então, ficamos como estamos.quarta-feira, 9 de abril de 2008
A "dor" e a "delicia"
Nesta amanhã eu ouvi uma frase que me tirou a paz - aquela paz que é usada nos ditos populares. Mas que por outro lado me ofereceu um outro tipo de paz, talvez isso se dê ao fato desta estar envolvida no processo filosófico do "conhece-te a ti mesmo". Quando escutei as palavras: - "A dor e a delicia de ser o que é!" elas entraram pelos meus ouvidos e se instalaram em minha mente e até o momento me parece que de forma permanente. As palavras fizeram efeito, talvez, por expressarem de forma exata e direta, pelo menos para mim, o sentido de conhecer-me. Pensei, por horas, sobre isso e até agora não consegui encontrar palavras que se casem melhor do que "dor" e "delicia". Ao mesmo tempo tão opostas e amalgamadas. Contemplar a alma é perceber as suas dores, mas é conseguir encontrar nela, ou além dela, as suas delicias. Infelizmente, sinto-me desapontado por achar que é incabível num texto como este o sentido de "dor" e "delicia" numa mesma relação sinônima-antônima. Porém, cabe-me vivenciar tal sensação e acrescentá-la a minha existência como ponto norteador.
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